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Hamburguer caseiro - do Jamie e de todas nós ;))

Não sei porque, mas meus filhos adoram me presentear com livros de culinária :))

Outro dia estava folheando um dos livros do Jamie Oliver (um ídolo de chef... fofo, cuida do meio ambiente, competente e simples). Suas receitas são muito boas... aconselho fortemente a aquisição dos livros dele. E veja o seu programa no GNT... VALE A PENA!!!

A receita dele de hamburguer é ótima, e claro, fiz minhas adaptações.

Jamie: Competência em pessoa

Ingredientes

500 gr de carne moída de primeira (patinho, alcatra, coxão mole)
1 ovo
1 colher de sopa de salsinha picada
pimenta do reino e sal a gosto
1 colher (sopa) de mostarda (Dijon, de preferência)
1 colher (sopa) de molho inglês
2 colheres (sopa) de cebola ralada
10 biscoitos cream cracker *moídos

*use o liquidificador, processador ou um pano de prato (colocar no pano e bater os biscoitos numa bancada - esse é o melhor jeito de moer)

Misture todos os ingredientes numa vasilha, faça bolinhas e modele no formato de hamburguer numa bancada. Unte com um pouco de azeite e deixe na geladeira até a hora de fritar (ajuda a firmar).
Frite numa frigideira antiaderente, com um fio de óleo.

Você pode também congelar, embalados em filme plástico, para uso posterior.



Sirva com batatas fritas, molho para mc fish ou faça um delicioso sanduíche: com queijo, tomate e alface americana picada...

Filé de pescada assada: com legumes, bacon e linguiça, por que não??

Tradicionalmente, peixe combina com leite de coco, na moqueca.
Mas sou da opinião de que "O QUE NÃO EXISTE, A GENTE INVENTA".
Por isso sou tão fã (amo com mta força) o Jamie Oliver e o Chuck, pq são chefs que transgridem as normas da culinária ortodoxa...

Essa receita foi baseada na receita de salmão assado do Jamie, já postada aqui no blog.

Como sou fã de peixe assado com legumes, adequei ao meu gosto, mas pode colocar outros legumes e usar outros peixes (filé de merluza, de tilápia, de linguado, etc).

Ingredientes:

1 kg de filé de pescada, temperada com sal e pimenta a gosto
2 cenouras fatiadas
15 vagens palito cortadas a gosto (aspargos fica mto bom)
3 batatas em cubos
tomates cerejas ou califórnia
1 linguiça portuguesa ou paio em rodelas
6 fatias de bacon em tiras
3 dentes de alho em lâminas ou socado grosseiramente
cheiro verde a gosto
páprica picante a gosto
1 limão siciliano
azeite de oliva

1.Disponha todos os ingredientes numa refratária (menos o bacon) e disponha o limão cortado em quatro nos cantos da vasilha.



2. Salpique a páprica e o azeite de oliva sobre os ingredientes.

3. Por fim, disponha as fatias de bacon por cima, cubra com papel alumínio e leve para assar em forno moderado até que os legumes estejam macios e o bacon crocante.








Mandioca que sobra: criatividade que agrada bastante

Às vezes não sabemos o que fazer com as sobras de legumes cozidos, e eu tenho esse problema principalmente com mandioca cozida em água e sal.
Como meus filhos a-do-ram essa receita, resolvi compartilhar.

Na verdade, essa receita é boa tb para acompanhar churrasco, com aquele toque de criatividade! Mandioca só na água e sal? Never! ;))

Ingredientes

1/2 kg de mandioca cozida (em água e sal) e picada
1 colher cheia de margarina
1/2 cebola picada
cheiro verde a gosto
sal e pimenta qto baste
queijo ralado a gosto (parmesão ou gruyère)

Aqueça a margarina numa frigideira. Doure a cebola. Adicione os pedaços de mandioca, acrescente o cheiro verde, o sal e a pimenta.
Desligue o fogo e salpique o queijo ralado a gosto. Abafar a panela para o queijo derreter e está pronto!

Pode assar numa travessa para servir e tb pode acrescentar outros ingredientes que vão dar mais sabor, como algumas colheres de requeijão ou de maionese. Use alho e orégano, se gostar. Tudo vale a pena!!!






Bolo de chocolate: sem gluten... a pedido

Bolo de chocolate é um bom pedido e um pecado a ser cometido :))

Atendendo o pedido de um amigo, fiz essa receita de bolo sem gluten.
E não é que ficou mto bom??? Aliás, eu achei que ficou mais macio e saboroso que  a receita original, feita com farinha de trigo.

Dica: tem uma farinha sem gluten que é tipo uma mistura... (fécula de batata, farinha de arroz e fécula de mandioca) e deve-se usar sempre a xícara medidora não mto cheia, pois ela é um pouco mais pesada. Mas o resultado é excelente... boa notícia para os amigos celíacos!
Compre a farinha sem gluten em lojas especializadas em produtos para alérgicos. Essa farinha que usei (foto) tb não tem lactose.



Até eu que não sou mto fã desse bolo, me esbaldei :)

Ingredientes

2 1/2 (chá) xícaras de farinha sem gluten
2 xícaras de açúcar
1 xícara de chocolate em pó
1 xícara de óleo
1 xícara de água fervente
3 ovos
1 pitada de sal
1 pitada de bicarbonato
1 colher (sopa) de fermento em pó

Essa receita é praticamente a mesma da receita de "Nega maluca"... por isso é bem fácil de fazer.

1.Peneire todos os ingredientes secos (menos o fermento) na bacia maior da batedeira (pode bater à mão tb) e reserve.

2.Bata na bacia menor os ovos, o óleo e a água quente.



3.Jogue essa mistura na bacia com os ingredientes secos e bata até misturar bem.



4.Por último, acrescente o fermento e misture delicadamente.

5.Leve para assar em forno médio, em forma untada e enfarinhada.


Se gostar, faça uma calda de chocolate e salpique granulado ou castanhas moídas (que eu sugiro, fica mto bom).

Calda

5 colheres de sopa de chocolate em pó
5 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de margarina
1/4 de xícara de leite

Leve para ferver até engrossar. Espalhe ainda quente no bolo.



Pé-de-moleque - doce das fazendas de Goiás e das Minas (Gerais)... receita dos antepassados

Rapadura e amendoim... combinação perfeita para um doce caseiro, autenticamente feito nas fazendas brasileiras.
Existem muitas receitas com leite, açúcar e até leite condensado. Mas o resultado é muito diferente quando se usa a rapadura - por causa do sabor característico desse tipo de açúcar EM PEDAÇOS que voltou a ser muito valorizado na culinária atual.



Sempre tive curiosidade quanto ao nome: por que pé-de-moleque?
Numa viagem à Ouro Preto, descobri. O guia nos disse que antigamente as ruas eram feitas com pedras arrendondadas (lá naquela região ainda existem ruas assim). Os filhos dos escravos eram chamados para ajudar e pisavam as pedras para moldar.
Daí quando faziam os doces, lembravam o jeito das ruas, por causa do formato redondo do amendoim ... Então, surgiu o nome: pé-de-moleque.
Achei interessante, mas ao mesmo tempo mto triste essa história, porque lembra-nos o quanto a escravidão no Brasil deixou marcas.
Pior de tudo, saber que ainda existe "escravidão" em suas mais variadas formas. Vide post no blog: Ao Vinagrete - Nós e os escravos (vale a pena dar um olhadinha)
http://www.aovinagrete.blogspot.com/




Mas enfim, essa receita sempre agradou minha família. Todos adoramos.
Minha avó fazia, minha mãe aprendeu e hoje, eu tentei aprender ;))


Fiz um workshop com minha mamãe e o resultado está aqui.
Por ser um doce originalmente feito com rapadura de engenho, selecionei umas reportagens feitas pelo jornal "O Estado de SP (Estadão)", que dá ênfase ao regresso (que bom) dessa iguaria às cozinhas mais renomadas do país e da américa latina!




http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,como-escolher,760217,0.htm


http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,papelon-ou-chancaca,760215,0.htm




Ingredientes:


1 kg de rapadura
500 gr de amendoim torrado e moído
100 ml de água
farinha de mandioca para polvilhar




1.Comece o ritual torrando o amendoim numa panela (por uns 10 min). Quando começar a soltar a casca, desligue o fogo e aguarde esfriar.
Tire a pele do amendoim friccionando-os nas mãos. Veja foto.
À medida em que vai juntando casca, assopre devagar - as peles vão voar...(com cuidado, de preferência no quintal, pra não jogar casca nos pedestres :))



2.Triture os amendoins, no processador ou liquidificador, reservando uns caroçinhos inteiros (se gostar).


3.Unte um tabuleiro médio com farinha de mandioca de modo que cubra toda a superfície da forma, onde será colocado o doce.






4.Quebre a rapadura em pedaços e leve para cozinhar com a água numa panela de ferro.
O ponto certo desse melado é o "pulo do gato" do pé-de-moleque.
Então, atenção: quando começar a soltar bolhas, coloque água num copo e jogue um pouco da calda (1/2 colher +-) nessa água. O ponto ideal é quando conseguir moldar uma bala meio mole (tipo puxa).








5.Então desligue o fogo, jogue o amendoim moído e misture um pouco (30 seg +-) para homogeneizar os ingredientes.






6.Despeje cuidadosamente sobre um tabuleiro, previamente polvilhado com farinha de mandioca.






Quando esfriar, corte no tamanho desejado e boa comilança...









Rosca de batata doce com castanhas: maná ainda existe?

Existe no livro de Êxodo da Bíblia uma narrativa sobre o maná que Deus enviava ao povo 2 vezes ao dia, enquanto estavam no deserto, após a libertação da escravidão egípcia.

Segundo o relato bíblico, era um alimento que satisfazia examente o que as pessoas desejavam numa comida. Por isso chamado de "pão do céu".


Archivo:Giovanni Battista Tiepolo 021.jpg
Tela de Giovanni Battista Tiepolo
 Hoje ainda fazemos referência ao maná quando nos referimos a algo especial.

Eu já havia dito aqui no blog que amo fazer pão caseiro. Assim foi com essa rosca... receita que eu adorei inventar e mais que isso, adorei saborear: um verdadeiro maná. Quem comeu, aprovou!




Ingredientes


500 gr de batata doce cozida (pode substituir por batatinha ou mandioca)
1/2 copo (americano) de água morna
3 ovos
12 colheres de sopa de açúcar
1/2 copo (americano) de óleo
5 colheres (sopa) de margarina
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) ou 2 tabletes de fermento biológico
farinha de trigo quanto baste
1 xícara de castanhas moídas (usei castanha do pará e amêndoas)


Primeiro cozinhe  a batata doce com casca. Espere esfriar um pouco, descaque e coloque-a no multiprocessador (se usar batatinha ou mandioca, melhor descascar antes).






Adicione os ovos, a margarina, o óleo, sal e 11 colheres de açúcar. Bater até misturar bem, adicionar as castanhas e despejar essa mistura numa bacia grande. Reservar.








Enquanto isso, prepare o fermento para levedar.
Num pote pequeno ou xícara, coloque a água morna (temperatura de mamadeira de bebê) 1 colher de açúcar e o fermento. Mexa delicadamente, tampe e aguarde a fermentação se processar (quando o fermento se dissolver e criar tipo uma esponja).



Adicione essa mistura aos outros ingredientes que estão na bacia, misture delicadamente e vá colocando farinha aos poucos, misturando a cada adição.


















Quando a massa desgrudar do fundo da bacia, transfira para uma bancada e sove até ficar bem homogênea (cuidado para não ficar muito dura, senão a rosca não fica leve).






Deixe na bacia tampada, descansando até dobrar de volume (uns 30/40 min.).




Modele as roscas ou brioches conforme gostar e deixe descansar novamente uns 30 min.
Pincele os pães com ovo batido e coloque para assar em forno moderado pré-aquecido.
























E agora, só esperar assar para convidar os amigos e família para comerem esse manjar (ou maná) dos céus!!!


Brioches

Rosca em trança


Sorvete de tapioca - preferência absoluta!

Áurea, minha professora de literatura falava assim sobre Guimarães Rosa: "amo com todas as forças".... Assim é minha paixão por sorvete de tapioca, meu preferido, depois de Graciliano Ramos e Guimarães Rosa (tb).

Dessa forma, eis que meu chefe sugeriu e acatei como uma ordem: vou aprender a fazer :))

Assim, dou seguimento às receitas feitas com tapioca. A anterior, o creme, ficou uma delícia. Confiram mais essa gostosura feita com essa farinha mágica, made in Brazil:



Ingredientes

1 xícara de tapioca
500 ml de leite
1 vidro de leite de coco (200 ml)
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite

Coloque o leite e o leite de coco para ferverem juntos. Numa vasilha, coloque a tapioca e em seguida, jogue o leite quente. Mexa de vez em quando e espere esfriar. Junte o leite condensado e o creme de leite sem soro e misture bem com a batedeira ou um fouet.
Leve para o congelador por 3 horas e depois bata na batedeira por 10 minutos e congele novamente.
Repita esse processo 2 vezes.
Sirva gelado.

Enjoy it!


Rosca de leite condensado - sabores de infância (qdo a gente é feliz e não sabe)

Pão caseiro é uma das coisas que eu mais gosto de fazer. Lembra a minha infância, quando minha mãe assava pães e eu comia a ponta quentinha com margarina, sempre crocante e com um cheiro maravilhoso. Sabor de infância, com certeza!!!

Essa receita de rosca de leite condensado é super prática e fácil, embora fazer pão exija uma certa "habilidade"... Mas não é difícil, não. Basta treinar!




Ingredientes

1 lata de leite condensado
a mesma medida de água morna
3/4 de medida (lata) de óleo
4 ovos
1 pitadinha de sal
2 colheres de fermento biológico (granulado) ou 2 tabletes (fresco, próprios para pão)
farinha de trigo quanto baste (+ - 1 kg)

Bata todos os ingredientes no liquidificador (menos a farinha de trigo).
Despeje essa mistura numa bacia e vá adicionando a farinha aos poucos, senão a massa pode ficar dura. Vá mexendo com a colher até onde conseguir e depois transfira a massa para uma bancada e sove até desgrudar das mãos. Se preferir, pode usar um pouquinho de óleo ou farinha para desgrudar.
Modele os pães como preferir e coloque-os em formas próprias para pão (de bolo inglês), untadas e enfarinhadas.
Deixe crescer até dobrar de volume.
Aqueça o forno (médio) e coloque os pães para assar, pincelados com ovo batido.

Sugestões de cobertura:

Pode salpicar açúcar granulado antes de assar ou decorar com creme de confeiteiro (usando saco de confeiteiro ou até msm um saquinho plástico resistente).
Pode ainda fazer uma calda de água com açúcar e depois jogar coco ralado.









Joelho de Porco (Einsbein) - e não é a banda dos anos 70/80

Joelho de porco deixou de ser uma típica-comida-alemã-exótica há bastante tempo. 
Conhecida como "einsbein", essa gostosura é uma das minhas carnes preferidas dos saborosos amigos suínos ;))

E quem é da geração X, ou seja, contemporâneos da década de 70/80, com certeza vai se recordar da Banda punk "Joelho de Porco" :)

"Precursor do movimento punk no Brasil, o grupo paulistano surgiu em maio de 1972, quando tocaram no TUCA, em São Paulo, e era formado por: - Tico Terpins - Gerson Tatini  - Walter Baillot  - Próspero Albanese (bateria e vocais); - Conrado Assis Ruiz e, - Rodolfo Ayres Braga." (wikipédia)




Curiosidades à parte, vamos ao Joelho de Porco comestível ;))



Olha a cor que fica...hummmm



Ingredientes

1 peça de joelho de porco de + - 1kg
temperos para a marinada:
3 dentes de alho amassado, 1 cebola ralada, sal e pimenta a gosto, pimenta dedo de moça ou malagueta a gosto, punhadinho de alecrim, ervas finas, suco de 2 laranjas e 3 colheres de azeite de oliva.

Misture os ingredientes e deixe o joelho marinando umas 12 horas na geladeira, dentro de um saco plástico ou vasilha tampada.

Após esse tempo, leve para cozinhar em panela de pressão por +- uma hora.
Quando a carne estiver bem macia, quase soltando do osso, coloque no forno para acabar de assar e dourar com um pouco do caldo do cozimento, mas pode também pincelar com a seguinte mistura:

2 colheres de sopa de shoyo
2 colheres de sopa de mel ou Karo
2 colheres de sopa de vinho tinto


Olha o resultado:



Salada Lyonnese - o nome é chic...tão simples como ela é

Essa salada de folhas verdes é uma boa pedida para guarnição. Feita com molho vinagrete de mostarda e mel, bacon e ovo pochè, agrada a todos os gostos.



Ingredientes

Folhas de alface escuro, de rúcula e alface crespo (ou americano)
4 a 5 ovos pochè
bacon frito
tomate em fatias (opcional)
queijo parmesão ralado grosso

Numa travessa de vidro bonita, distribua as folhas de alface e rúcula.
Coloque os ovos e o bacon frito e por último, salpique o queijo a gosto.

Faça os ovos de duas maneiras:
1 - Numa panela média, ferva um pouco de água com pitada de sal. Quebre o ovo e coloque cru na água e deixe cozinhar. Deve ficar com a gema mais mole.
Retire com uma escumadeira.

2. Unte uma xícara de chá com um pouco de azeite de oliva. Quebre o ovo e coloque na xícara. Adicione umas gotinhas de água e leve ao microondas por 1 min. (pot. máxima)


Ingredientes do vinagrete

2 colheres de mostarda Dijon
2 colheres de vinagre balsâmico
1 colher de mel
azeite de oliva para emulsificar
1 dente de alho bem amassado
pimenta do reino e sal a gosto

Numa vasilha de vidro, misture os ingredientes, misture bem com um fouet ou garfo e por último, acrescente azeite de oliva e bata bem até ficar consistente como um molho grosso.
Jogue sobre a salada e sirva.

Festa de aniversário ao alho e óleo ou a bolonhesa? Fernando Pessoa cantou....

Vamos combinar: existe coisa mais gostosa no mundo do que organizar e cozinhar no aniversário dos filhos??? Para quem adora inventar almoços, não custa nada inventar modos de surpreender... pelo menos essa foi a intenção ao fazer um almoço a la Itália, com mta massa e molhos, temperos... enfim, mta comida e diversão. 
Como cantou Fernando Pessoa em "Mar Português": "tudo vale a pena, quando a alma não é pequena".



Bem, comentários à parte, o menu foi decidido:

                             Macarrão com camarão - camusquim 




Macarrão diverso com molhos diversos (penne, talharim, spaghetti - molho branco, à bolonhesa...)









Queijos variados (gruyère, provolone, parmesão, gran padano, até o batido muzzarela que derrete) 


Temperos pra todo gosto (pimenta calabresa, mostarda Dijon, alcaparras, champignon ....)












     Salada Lyonnese




















Decoração com macarrão... até rimou :))



E claro, as sobremesas: bolo de sorvete com castanhas e crocantes e um lindo bolo decorado (Doctor Who) feito pela amiga Carlinha - que o Filipe amou, por ser o seriado da vez...














Mas o que mais rimou foi a alegria e a satisfação de ver todos os convidados comendo bastante e elogiando o cardápio... e o filho feliz - isso não tem preço!

Essa foi uma dica para um almoço temático.